Ansiosa sim e daí?
Ser ansioso é ser responsável e consciente. E ser responsável e consciente é algo bacana, para os outros, para a sociedade.
Ufa, já estou até menos ansiosa com essa notícia!
E vou parar de ficar ansiosa porque a minha filha é ansiosa e desse jeito ela não vai ser feliz, pois a felicidade exigiria um permanente estado zen. “Bobagem”, diria o psicólogo Jerome Kagan. “A ansiedade só será problema para quem acha que é um problema. Conheço indivíduos altamente ansiosos que não interpretam sua condição como problema. Entendem que a vida é assim mesmo e estão satisfeitos.”
Como todos sabem, eu não leio “Veja”, mas dona Candoca sim. E foi ela quem me mostrou a entrevista de Jerome Kagan nas páginas amarelas da revista. A matéria, na verdade, aborda de forma abrangente um de meus assuntos preferidos, psicologia infantil, e é um espetáculo de destruição de mitos.
O mais curioso é que o psicólogo faz isso com argumentos simples, nada técnicos, que beiram o bom senso. Viva o bom senso. E viva a ansiedade do bem.
Eu também não leio Veja, mas a dona Candoca também me mostrou essa matéria. Não concordo com ele sobre a falta de importância da mãe e a pouca
importância do carinho. Vá lá que carinhos são coisas de latinos - mães que abraçam e beijam seus bebês, filhotes, filhos e filhões casados.
Mas daí a dizer que isso não faz diferença… Peralá. E dizer que mãe não é importante e que pai pode muito bem substituir a mãe… Peralá
também.
Mas uma coisa eu concordo: os país tem que valorizar o filho!!!! Valorizar o que eles têm de melhor e estimulá-los a desenvolver sozinhos suas
habilidades. Estou aplicando essa técnica já com o dever de casa.
- Filho - digo eu - você É CAPAZ de fazer o dever de casa sozinho. Só vou te ajudar no que VOCÊ não souber ou não conseguir.
Tá funcionando desde que a revista foi publicada e as aulas começaram…
Comentário de Bonança — 10 de Fevereiro de 2010 @ 12:06