Eu sou fiscal do Sarney

Quando o Toninho Malvadeza morreu, pensei: só assim nos livramos dessas figuras historicamente detestáveis da política brasileira. Com o inabalável Sarney, temia desfecho semelhante, que precisássemos esperar o homem lá em cima dar a ordem.
Mas não é que o sujeito, no fim (?) de sua carreira de “coronel”, conseguiu se superar, a ponto de seu poder ficar insustentável no Senado? Pois tomara que vá para casa logo, porque já vai tarde.
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Alguém lembra aí de Jader Barbalho ou do hoje governador do Distrito Federal, mais ainda, de Collor, Mão Santa, cassado, então ? Acho que mandar Sarney embora irá apenas resolver a consequência, a causa ficará intocada, querendo então dizer que, mais tarde, ano que vem quiçá, ele voltará. O nosso problema é de povo, de gente, de educação. Alguém pode até dizer, mas ele não pode ficar no poder, precisa aprender uma lição, mas maior lição que todo político aprende é que, voto se compra, poder se compra, o povo é pobre, só precisa dá para receber, os votos.
Comentário de Ronaldo Magella — 26 de Junho de 2009 @ 11:48