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	<title>Comentários em: Depois da proteção, a chantagem</title>
	<link>http://blog.contextofinal.com.br/2009/04/11/depois-da-protecao-a-chantagem/</link>
	<description>Dicas, atualidades e assuntos para o café</description>
	<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 21:25:00 +0000</pubDate>
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		<title>por: Marla</title>
		<link>http://blog.contextofinal.com.br/2009/04/11/depois-da-protecao-a-chantagem/#comment-2820</link>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 04:25:50 +0000</pubDate>
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					<description>Bah, a minha mãe cobra muito essa conta, principalmente do meu irmão. Ele foi morar com a namorada e sempre foi o protegido - sei lá, ela enfiou na cabeça que ele era O frágil. E ele está tocando a vida dele, sem dar muita bola pra ela. Céus, cada vez que eles se encontrar é aquela vitimização. Ninguém merece.
Tenho uma filha de cinco meses. Deus - e os terapeutas e as amigas - que me ajudem a NUNCA fazer isso com ela. Pelo menos, quando a minha mãe diz "mas eu fiz isso por ti!", eu respondo "pois não fez nada mais q tua obrigação, eu tb vou fazer isso pela Valentina porque mãe faz isso e pronto", hihihi.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bah, a minha mãe cobra muito essa conta, principalmente do meu irmão. Ele foi morar com a namorada e sempre foi o protegido - sei lá, ela enfiou na cabeça que ele era O frágil. E ele está tocando a vida dele, sem dar muita bola pra ela. Céus, cada vez que eles se encontrar é aquela vitimização. Ninguém merece.<br />
Tenho uma filha de cinco meses. Deus - e os terapeutas e as amigas - que me ajudem a NUNCA fazer isso com ela. Pelo menos, quando a minha mãe diz &#8220;mas eu fiz isso por ti!&#8221;, eu respondo &#8220;pois não fez nada mais q tua obrigação, eu tb vou fazer isso pela Valentina porque mãe faz isso e pronto&#8221;, hihihi.
</p>
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		<title>por: Ronaldo Magella</title>
		<link>http://blog.contextofinal.com.br/2009/04/11/depois-da-protecao-a-chantagem/#comment-2813</link>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 13:40:46 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.contextofinal.com.br/2009/04/11/depois-da-protecao-a-chantagem/#comment-2813</guid>
					<description>&lt;p&gt;O engraçado é que hoje de manhã minha esposa disse, nosso filho (ele tem apenas oito meses) vai nos colocar no bolso. Ele nessa idade já é um chantagista de primeira linha, não gosta de ficar sozinho, chora, basta aparecer alguém, ele pára. Fica tossindo pra chamar a atenção, uma tosse fantasiosa, basta olhar pra ele e pára a tosse. Está demonstrando já ter habilidade de manipulação, alguém pode até dizer, toda criança é egocêntrica, até aí tudo bem, o problema são os pais se tornarem reféns desse egocentrismo para o resto da vida, principalmente se o mesmo for filho único. Ainda não li a reportagem da revista, sou assinante, leio durante a semana, mas sei o que ela quer bem dizer. Mas tenho minhas críticas com relação a essas matérias com crianças e jovens, tanto da Veja quanto da Época, o que percebo é que o objeto de tais matérias é a classe alta paulistana ou carioca, não representa o resto Brasil, como disse um amigo meu, a Veja escreve para os seus assinantes. Somos aqui, da Paraíba, um pouco diferentes do retrato esboçado.
&lt;/p&gt;
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		<content:encoded><![CDATA[<p>O engraçado é que hoje de manhã minha esposa disse, nosso filho (ele tem apenas oito meses) vai nos colocar no bolso. Ele nessa idade já é um chantagista de primeira linha, não gosta de ficar sozinho, chora, basta aparecer alguém, ele pára. Fica tossindo pra chamar a atenção, uma tosse fantasiosa, basta olhar pra ele e pára a tosse. Está demonstrando já ter habilidade de manipulação, alguém pode até dizer, toda criança é egocêntrica, até aí tudo bem, o problema são os pais se tornarem reféns desse egocentrismo para o resto da vida, principalmente se o mesmo for filho único. Ainda não li a reportagem da revista, sou assinante, leio durante a semana, mas sei o que ela quer bem dizer. Mas tenho minhas críticas com relação a essas matérias com crianças e jovens, tanto da Veja quanto da Época, o que percebo é que o objeto de tais matérias é a classe alta paulistana ou carioca, não representa o resto Brasil, como disse um amigo meu, a Veja escreve para os seus assinantes. Somos aqui, da Paraíba, um pouco diferentes do retrato esboçado.
</p>
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